terça-feira, 14 de julho de 2015

Wishlist - books

Decidi fazer uma lista de livros que gostaria de comprar/ganhar. Os riscados são os que já foram de alguma forma providenciados!

Vou atualizando ela por aqui mesmo.

1) Gone, baby, gone
2) Destrua este diário
3) O Oceano no fim do caminho
4) O menino do pijama listrado
5) O mundo de Sofia - lido
6) Como falar dragonês (thanks, Blackfriday Amazon)
7) Como mudar uma história de dragão
8) Como navegar em uma tempestade de dragão Thanks, John
9) Como partir o coração de um dragão Thanks, John
10) Como pegar a joia de um dragão
11) Como roubar a espada de um dragão
12) Como ser um pirata
13) Como trair o herói de um dragão
14) Como treinar o seu dragão presente meu para mim
15) Como treinar o seu viking
16) Quem é você, Alasca? Thanks, Duu
17) Era uma vez um corredor
18) O salmão da dúvida Thanks, Leo x)
19) Extraordinário Presente de mim para mim
20) Precisamos falar sobre Kevin
21) O jogo de Ripper
22) Guia de um ciclista em Kashgar
23) Guia do heroi para vencer dragões mortais
24) Os assassinos do cartão-postal Thanks, Nicete
25) O conde de monte cristo
26) A Metamorfose - graphic novel
27) O mundo assombrado pelos demônios
28) Fever Pitch
29) Uma questão de segundos
30) The body
31) O alfabeto de ossos
32) Contos de Imaginação e mistério
33) O retrato de Dorian Gray - lido
34) Drácula - lido
35) O dia do curinga - lido
36) Uma longa queda - lido (original)
37) À espera de um milagre
38) Tudo se ilumina
39) Fique onde está e então corra - John Boyne Obrigada, baby
40) Coraline


Mova Mais

Provavelmente muita gente já está sabendo, mas agora a prática de exercício físico pode ser incentivada pelo ganho de milhagens! Ótimo pra quem curte viajar, hein?
Basta se cadastrar no Mova Mais, e ter um dos apps indicados pelo site (eu uso o runkeeper desde que eu me lembre, e acho muito bom). Ah, e se você, caro leitor, se cadastrar pelo link que eu coloquei aqui, do Mova Mais e completar uma atividade física, eu também ganho pontos, ok? ;) Vamos colaborar! 


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Sobre leituras

Você repara que tem um trabalho com algumas funções um tanto burocráticas quando se dá conta de estar vivenciando uma passagem de livros do tipo Desventuras em série, mais especificamente quando os Baudelaire estão trabalhando como voluntários na Biblioteca de Registros do Hospital Heimlich (o Hospital Hostil) e ficam tirando clipes da "papelada"que chega. "Papelada!", a coisa mais importante do Hospital. 
Não fiquei entediada nem nada. Na verdade, só me senti um pouco na pele de Klaus e Violet. E fiquei semanas com a palavra "brotoeja" ecoando na minha cabeça.
Ler o Desventuras em série tem sido uma experiência muito bacana, muito embora algumas coisas não poderiam jamais fazer parte da realidade, outras são retratos exagerados de uma coisa chamada nada mais nada menos que vida. E é isso que eu gosto tanto. 
Nesse mesmo livro que citei, Lemony Snicket ainda faz uma singela homenagem a Haruki Murakami (ou não né, pode ser que esteja apenas dizendo que é um nome improvável de se ter), e foi uma boa surpresa para mim. Quase me senti uma leitora ávida como o Klaus, que já leu tanta coisa por aí.
Estou terminando o nono livro da série. Mas terei de fazer uma pausa forçada, porque só tenho até justamente este livro emprestado. 
Vamos rumo ao décimo nono livro do ano! Devagar, mas sempre!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Amazon

Desculpe a propaganda, mas gostei de comprar livros pela Amazon! Chegaram, e lindos!
Ok, valeu o desabafo. 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Campanha do Livro "O universo infinito das histórias"- Droga Raia

Sempre quis doar livros. Mas confesso que morria de preguiça de ir até a biblioteca pública de minha cidade. Eis que vejo acontecendo uma campanha de doação de livros pela rede de farmácias Droga Raia. Farmácia tem aos montes! Me animei, e este ano fico feliz de dizer que fiz minha primeira doação de livros. Parabéns pela iniciativa, DROGA RAIA.
Segundo o site RP1, desde quando iniciaram a campanha, no ano de 2009, já foram arrecadados mais de 490 mil livros, que foram distribuídos por mais de 600 instituições pelo Brasil.
Participe você também!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Cartão Postal

Tom Browne
563 Sebastian Place
Bronx, NY 10053

Meu preceito: Se você pode fazer uma pessoa feliz com algo tão simples, por que não fazer?

Outro: "Continue a nadar" - Procurando Nemo

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Tempo

"O melhor ativo que você pode ter é o tempo" - Rafael Seabra
Verdade, verdade...

Fique onde está e então corra

Se eu só pudesse indicar DOIS livros de cada autor que eu amo, do John Boyne eu indicaria "O garoto no convés" e "Fique onde está e então corra". 
Juro que quando começaram a divulgar "Fique onde está...", eu fiquei empolgada, mas nem tanto. Dei um share básico no Face, marcando meu namorado (para ele ter a grande sacada de me comprar um quando desse na telha), e acabei ganhando o livro dele (uma coincidência e tanto, vocês não acham?).
Só uns três dias atrás, no entanto, é que tive a oportunidade de lê-lo. Eu o devorei. Fazia tempo que isso não acontecia, por mais que eu adore ler.

"Fique onde está e então corra" é uma prova de que livro grosso não é sinônimo de livro bom. Não me levem a mal, eu gostei muito do "O ladrão do tempo", por exemplo, mas "Fique onde está e então corra" está, para mim, numa categoria muito acima de "O ladrão do tempo". 

Sobre o que é o livro?
É a história de Alfie Summerfield, um garoto londrino que no início da história está comemorando seu aniversário de 05 anos. Bem no dia em que as batalhas da Primeira Grande Guerra começaram: 28 de julho de 1914. 
Seu pai, Georgie um leiteiro muito corajoso, resolve se alistar voluntariamente, a contragosto de sua esposa, Margie e sua mãe, vovó Summerfield. Depois que a guerra começou, as coisas mudaram bastante na rua Damley, onde Alfie vivia com seus pais. Uma delas é justamente que seu pai está ausente. Georgie sempre mandava cartas no começo, mas com o tempo elas foram se tornando menos frequentes, e quando chegavam, Margie as escondia do filho, que acabava encontrando debaixo do colchão, até que um dia não encontra mais nenhuma, e, como um trem que emite um ruído contínuo e insistente, levando embora entes queridos, ele só conseguia pensar "morreu-meu-pai-morreu-meu-pai-morreu-meu-pai-morreu...". E todos os dias ele abria o jornal na página de óbitos, para conferir se o número que deram ao seu pai, quando se alistou, aparecia.
Esperto, Alfie não se conforma com as respostas vagas da mãe, quando lhe perguntava onde estava seu pai e ouvia as palavras "ele está numa missão secreta para o governo, e por isso não pode escrever" (ou coisa do tipo, estou obviamente parafraseando). Assim, acaba indo atrás de informações, mas nunca as obtém de ninguém. Até que um dia, uma pista de onde seu pai poderia estar cai literalmente do céu. E então, ele vai atrás do seu pai.
Essa não é uma história sobre a Primeira Guerra Mundial. É uma história sobre o amor, acredite. 

Se eu não tinha ficado empolgada com o anúncio, posso dizer que chorei horrores lendo o livro. Alfie cativa o leitor desde o começo, com sua simplicidade e bondade. Há uma passagem no livro que me emocionou em especial, porque ele demonstra que para resgatar alguém é preciso, antes de mais nada resgatar memórias. E é com a simplicidade de Alfie que ele faz isso. Não reavivando uma memória complexa e cheia de detalhes, mas justamente aquela, do dia a dia, que as pessoas às vezes deixam passar despercebidas. Para mim, esse foi o grande trunfo do livro. 

domingo, 28 de setembro de 2014

De Praga para Londres

"Pela melhor razão do mundo. Por amor".
Não poderia concordar mais, Sr, Janáček.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Verso

Postando porque gostei da quadra. Simples assim.

"O Dedo Movente escreve; e, tendo escrito
Avança: nem todas as tuas Preces ou Sabedoria
Podem fazê-lo cancelar meio Verso
Nem tuas lágrimas apagarão uma só palavra".

Rubaiyat - Omar Khayyam

sábado, 23 de agosto de 2014

"Que cara bonitinho..."

Você sabe que se apaixonou pela pessoa certa quando está fazendo uma das coisas que mais gosta na vida (no meu caso, estar numa livraria), e mesmo assim se distrair ao ver um cara bonitinho, e depois, quando ele chega mais perto, você perceber que é seu próprio namorado. Hahahaha... Essa foi a do dia. 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Motivacional, ou tipo isso

"Se correndo com os que iam a pé te cansaram, como contenderás com os que vão a cavalos? E se em terras de paz não estavas seguro, como farás na floresta do Jordão?" (Jeremias 12:5)

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Um desabafo...

Bons filmes já nos ensinaram: às vezes, quando planejamos uma coisa, acontece outra melhor do que esperávamos. 
Eu sei que fiz uma lista de metas para o ano de 2014 que está guardada aos cuidados de mamãe. Sei que fingi ao longo do ano de que não me lembrava delas, para ignorá-las, sem levá-las muito a sério. É claro que eu ainda pretendo realizar algumas delas, e outras, que eu descumpri e não tem mais volta, posso tentar ainda dar uma amenizada. É só que de repente, agora (ah, o velho "outrora agora"), me pareceu bastante irrelevante ter a meta de não tomar refrigerante o ano inteiro (coisa que eu fiz em quantidade não ignorável). Não que agora eu me sinta no direito de beber refrigerante quando eu bem quiser. Eu nem sou tão fã assim. É só aquela coisa, de você ir a um lugar e ser a única coisa que servem (sim, porque eu também não sou uma pessoa que bebe álcool. Para falar a verdade, eu sou bem quadradinha).
Eu sei que estou ganhando a fama de chata. Eu sei que é muito fácil as pessoas começarem a reclamar, quiçá por inveja, quando eu acho que deveria caber admiração. Mas as pessoas, em geral, não são tão amistosas assim. Basta ver alguém numa situação melhor e logo já começam a querer puxá-la para baixo.
Eu não vou mentir, não tenho vergonha de ficar postando no facebook e em outras redes sociais sobre meus êxitos, minhas atividades físicas matinais, de admitir que acordo cedo para conseguir dar conta de tudo que espero do meu dia. Vão me chamar de chata, de "certinha", que seja. Estou fazendo por mim e por mais ninguém. Eu gosto de ir dormir com a sensação de que fiz minha parte, de que eu passei o dia, e não de que o dia passou por mim. Simples assim. E se vale a pena ser a vida inteira assim? Olha, eu sinceramente, não sei. O que sei é que a vida é feita de dias. "Mas e os momentos?", podem me perguntar. Ora, eu sei que no final das contas são os bons momentos que fazem da nossa vida maravilhosa. Mas eu não vejo porque não caibam momentos inesquecíveis numa rotina de disciplina. E, de verdade, vai, eu posso parecer mais quadrada do que realmente sou. Ninguém é de ferro, eu tenho meus baixos, eu tenho preguiça, eu tenho falta de concentração, tenho fome, insônia. É só que eu não vou perder todas as vezes pra essas coisas tão normais.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

50 questions that will free your mind

I don't actually remember if I'd already answered it. Anyway, if I did, I'm sure it's been at least a year ago. And things change. So, here I am, while I still have some free time, to put things clear for me (and for anyone who cares reading it).
The quiz is from Marc and Angel Hack Life
Let's get it started!

These questions have no right or wrong answers.
Because sometimes asking the right questions is the answer.

01. How old would you be if you didn’t know how old you are? At least 40. Yeah, I'm a lady.
02. Which is worse, failing or never trying? Never trying.
03. If life is so short, why do we do so many things we don’t like and like so many things we don’t do? I believe we're not really "designed" to live life as it would end the very next day. Pity
04. When it’s all said and done, will you have said more than you’ve done? You wanna know why I don't speak out loud my thoughts? I know not everything will be accomplished.
05. What is the one thing you’d most like to change about the world? Love
06. If happiness was the national currency, what kind of work would make you rich? Reading books on the bed with my beloved one.
07. Are you doing what you believe in, or are you settling for what you are doing? I don't see why can't we do both in life.
08. If the average human life span was 40 years, how would you live your life differently? No, not really.
09. To what degree have you actually controlled the course your life has taken? I believed I did a great deal. The rest was luck.
10. Are you more worried about doing things right, or doing the right things? Doing things right. I'm not imune to criticism, you see?
11. You’re having lunch with three people you respect and admire. They all start criticizing a close friend of yours, not knowing she is your friend. The criticism is distasteful and unjustified. What do you do? I'm the kind of person who always see the bright side of everything. Surely I'd make some observations about why I don't agree with them.
12. If you could offer a newborn child only one piece of advice, what would it be? Life is not easy, but I promise it is worth it. For about 1 bad person you find, there will be at least 3 nice ones.
13. Would you break the law to save a loved one? Yes.
14. Have you ever seen insanity where you later saw creativity? Not really. I'm more like the one who always see creativity.
15. What’s something you know you do differently than most people? I don't forget the little things they do for me and am eternally grateful of them.
16. How come the things that make you happy don’t make everyone happy? It's a right of everyman.
17. What one thing have you not done that you really want to do? What’s holding you back? Travel with my love too see the world. Money, and maybe him. Haha.
18. Are you holding onto something you need to let go of? No.
19. If you had to move to a state or country besides the one you currently live in, where would you move and why? England. I like their weird way. Haha
20. Do you push the elevator button more than once?  Do you really believe it makes the elevator faster? That's kind of a stupid thing, huh?
21. Would you rather be a worried genius or a joyful simpleton? A worried genius.
22. Why are you, you? Because I wouldn't stand being someone else.
23. Have you been the kind of friend you want as a friend? I'm not a really good friend, I think.
24. Which is worse, when a good friend moves away, or losing touch with a good friend who lives right near you? #2
25. What are you most grateful for? To have met the love of my life before my 25s.
26. Would you rather lose all of your old memories, or never be able to make new ones? Tough one. Maybe never be able to make new ones. But both sucks.
27. Is it possible to know the truth without challenging it first? Sometimes...
28. Has your greatest fear ever come true? No, thanks God.
29. Do you remember that time 5 years ago when you were extremely upset? Does it really matter now? Yes, but I couldn't care less.
30. What is your happiest childhood memory? What makes it so special? Playing with my young brother and my neighbour. We were all so innocent and used to be good companies.
31. At what time in your recent past have you felt most passionate and alive? Just somedays ago, I was looking at him and felt most grateful.
32. If not now, then when? When I'm done here, haha.
33. If you haven’t achieved it yet, what do you have to lose? Nothing.
34. Have you ever been with someone, said nothing, and walked away feeling like you just had the best conversation ever? Many times.
35. Why do religions that support love cause so many wars? Love can be a very dangerous thing when not receiving it back. But I think it's because people are simply stupid and selfish.
36. Is it possible to know, without a doubt, what is good and what is evil? I believe so...
37. If you just won a million dollars, would you quit your job? Yes, to fit a better one!
38. Would you rather have less work to do, or more work you actually enjoy doing? Less work to be with the ones I love more time.
39. Do you feel like you’ve lived this day a hundred times before? No.
40. When was the last time you marched into the dark with only the soft glow of an idea you strongly believed in? I believe I've done this my whole life til now.
41. If you knew that everyone you know was going to die tomorrow, who would you visit today? My love.
42. Would you be willing to reduce your life expectancy by 10 years to become extremely attractive or famous? Not at all.
43. What is the difference between being alive and truly living? Survivor x Taking part
44. When is it time to stop calculating risk and rewards, and just go ahead and do what you know is right? Don't ask me. I've always done things not calculating risks and rewards. Sometimes it's ok, sometimes it's not. But, c'est la vie.
45. If we learn from our mistakes, why are we always so afraid to make a mistake? I hate feeling stupid, just to start it.
46. What would you do differently if you knew nobody would judge you? I'd sleep better, for sure. Haha. Ok, serious, I'd be less shy.
47. When was the last time you noticed the sound of your own breathing? When I last swan. I always relax.
48. What do you love? Have any of your recent actions openly expressed this love? I love my life, my parents, my bf and my friends (they know who they are). I hope so.
49. In 5 years from now, will you remember what you did yesterday? What about the day before that? Or the day before that? I hope to remember not exactly what I did, but of how happy I was.
50. Decisions are being made right now. The question is: Are you making them for yourself, or are you letting others make them for you? I always make them for myself by what I truly believe in. 

terça-feira, 3 de junho de 2014

Para ser grande

Sempre dê o seu melhor. Você nunca sabe quando será recompensado. ;)

sexta-feira, 30 de maio de 2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

The climb

Okay. Now I've got to share this in here.
Always owner of the greatest suggestions, my babe showed me today a short documentary about creativity, which I watched to, though, through the perspective of what I'd call "the climbing to success". It explains why the "author" thinks Da Vinci was no genious - at least till he got into his highest spot of his long career.
I loved it.

To see the videos, access here. It's called The long game.  

terça-feira, 27 de maio de 2014

Doubt 1

Qual é o problema dessa mulherada que não gosta de receber flores? - just wondering...

terça-feira, 6 de maio de 2014

Do que eu falo quando eu falo de corrida

Livro de memórias do romancista Haruki Murakami (1Q84), Do que eu falo quando eu falo de corrida, conta como ele se tornou escritor e porque começou a correr. Ao longo da jornada que traçou para si, foi inevitável relacionar a corrida com a escrita: "A maior parte do que sei sobre escrever ficção aprendi correndo todos os dias". Em resumo, eu poderia dizer que a persistência de quem corre deve ser a mesma de quem deseja escrever um romance. Para mim, a essência do que o autor quer passar com seu relato encontra-se na seguinte frase, já ao final do livro: "Para conseguir captar alguma coisa de valor, às vezes você tem de realizar atos aparentemente ineficientes". Como corredora (não uma corredora séria, dentro dos critérios de Murakami, mas que vai um pouco além de apenas correr "de brincadeira"), consigo entender as comparações. Infelizmente isso não necessariamente me torna uma boa escritora em potencial, mas, como eu mesma destaquei com a frase, devo ainda acrescentar o óbvio: escrever e correr são dois desses atos aparentemente ineficientes. Se os frutos dessa persistência serão bons ou não na verdade não importa muito. O que importa é quem você se torna no curso da maior corrida que tem de enfrentar: a vida. 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

150km

E de repente a pessoa fica com vergonha porque estabeleceu a meta de correr 150km ao longo de um ano, e descobre que outros correm isso em 14 dias. - meu pensamento, ao ler Do que eu falo quando eu falo de corrida (Haruki Murakami).
Tudo bem, Murakami, eu não me considero nem escritora e nem corredora. Mas uma grande fã sua, de todo modo.