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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Sobre leituras

Você repara que tem um trabalho com algumas funções um tanto burocráticas quando se dá conta de estar vivenciando uma passagem de livros do tipo Desventuras em série, mais especificamente quando os Baudelaire estão trabalhando como voluntários na Biblioteca de Registros do Hospital Heimlich (o Hospital Hostil) e ficam tirando clipes da "papelada"que chega. "Papelada!", a coisa mais importante do Hospital. 
Não fiquei entediada nem nada. Na verdade, só me senti um pouco na pele de Klaus e Violet. E fiquei semanas com a palavra "brotoeja" ecoando na minha cabeça.
Ler o Desventuras em série tem sido uma experiência muito bacana, muito embora algumas coisas não poderiam jamais fazer parte da realidade, outras são retratos exagerados de uma coisa chamada nada mais nada menos que vida. E é isso que eu gosto tanto. 
Nesse mesmo livro que citei, Lemony Snicket ainda faz uma singela homenagem a Haruki Murakami (ou não né, pode ser que esteja apenas dizendo que é um nome improvável de se ter), e foi uma boa surpresa para mim. Quase me senti uma leitora ávida como o Klaus, que já leu tanta coisa por aí.
Estou terminando o nono livro da série. Mas terei de fazer uma pausa forçada, porque só tenho até justamente este livro emprestado. 
Vamos rumo ao décimo nono livro do ano! Devagar, mas sempre!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

The climb

Okay. Now I've got to share this in here.
Always owner of the greatest suggestions, my babe showed me today a short documentary about creativity, which I watched to, though, through the perspective of what I'd call "the climbing to success". It explains why the "author" thinks Da Vinci was no genious - at least till he got into his highest spot of his long career.
I loved it.

To see the videos, access here. It's called The long game.  

quarta-feira, 30 de abril de 2014

150km

E de repente a pessoa fica com vergonha porque estabeleceu a meta de correr 150km ao longo de um ano, e descobre que outros correm isso em 14 dias. - meu pensamento, ao ler Do que eu falo quando eu falo de corrida (Haruki Murakami).
Tudo bem, Murakami, eu não me considero nem escritora e nem corredora. Mas uma grande fã sua, de todo modo. 

terça-feira, 18 de março de 2014

Um dia

Alerta, spoiler!
O que me levou a ler "Um dia", de David Nicholls foi, sem dúvida, a capa do livro. Mais honesto seria dizer, o que eu LI na capa do livro. Nada mais, nada menos que um breve comentário do Nick Hornby. "O QUÊ??? O NICK LEU O LIVRO? TAMBÉM QUERO!", pensei comigo. O comentário dele? "Cativante, inteligente, espirituoso". 
Olha, eu concordo com ele. O livro cativa porque, como os romances em geral, queremos saber a história. Emma Morley é um tanto teimosa, mas ainda assim é uma protagonista da qual gostamos facilmente. Foi ficando mais chatinha com o passar dos anos, sem dúvida. Mas eu atribuo isso à sua própria teimosia. E por todas as coisas bacanas que Dexter poderia ter feito, mas não fez. Simplesmente porque estava bêbado demais e, sóbrio, não achava que a ideia era tão bacana assim. Uma pena. 
É inteligente por dois motivos: sua estrutura e a personalidade de Emma. A estrutura é feita com as histórias paralelas de Em e Dex a cada 1 ano, todo dia 15 de julho, dia de São Swithin - que, segundo Dex, se chover nesse dia, choverá por 40 dias assim. Achei uma metáfora encantadora. Emma e Dexter vivem 20 anos nem chovendo e nem molhando, e não apenas 40 dias. É como se eles tivessem parado no tempo, no primeiro encontro e permanecido no mesmo estado por todos esses anos. Não que cada um não tenha evoluído (ou decaído) nesse meio-tempo, mas, em relação ao sentimento entre os dois, há uma paralisia que incomoda nós leitores. TODO mundo sabe que Emma e Dexter se gostavam e que deveriam ficar juntos. E por que isso não acontece em tantos anos? Bom... já disse lá atrás. Teimosia e bebida demais (leia-se imaturidade).  Quanto à personalidade de Emma, ela é erudita e naturalmente engraçada. Mas boa parte da graça advém do fato de lhe faltar autoconfiança, e, aos poucos, esse lado engraçado pode cansar. Mas, como a própria sorte dela irá mostrar, Emma é uma literata. Ponto para David Nicholls que acertou na dose!
Espirituoso? Ah sim. Creio que até demais. Eu preciso dizer que, num todo, não gostei da história. Por ser espirituosa demais. Não que eu quisesse um romance água-com-açúcar (eu nem gosto muito de livros assim - leves demais), mas para mim não havia mais história depois de Emma. Eu sei que a vida segue, e é isso que talvez Nicholls quis mostrar. Mas Emma era o brilho nas entrelinhas, e meio que perdeu um pouco o sentido ler o livro só para ver o que o Dex resolvia fazer da vida. 
Não é um livro que eu não recomendaria, no entanto. Mas, no final das contas, a verdade é que a gente conhece muitas pessoas iguais a Emma e Dex, e olha para trás, vê que elas não se acertaram, que perderam muito tempo, que poderiam ter sido mais felizes. 
Para mim, é sobre isso a história: sobre o desperdício do amor - tecla que Carlos Drummond tanto batia. E, ai, como isso me cansa. 

domingo, 13 de outubro de 2013

Millennium

Melhor frase da trilogia MIllennium:
"- Estou começando a entender por que a Lisbeth Salander achou necessário enfiar um machado na sua cara". 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Filmes a caminho...

Ano que vem saem duas adaptações de livros muito queridos meus para os telões!


E o A long way down, do Nick Hornby 

sábado, 29 de junho de 2013

Cavoli Riscaldati

Don't Cavoli Riscaldati.
:)
The result of attempting to revive an unworkable relationship. Translates to "reheated cabbage."

By Mental Floss  

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Unpopular Opinion

Unpopular Opinion Challenge - via Malibu Colada
1. A selection of television programs you do not care for.
Soap Operas, Panico, explosive killing action movies (didn't know how to call these last ones).
2. A selection of musical artists you do not care for. 
Every "sertanejo" artists, every brazilian funk artists, oh, there're actually not producing music, right? 3. A selection of celebrities you couldn’t care less about.
Nicolas Cage, Sylvester Stallone, Marilyn Monroe, Elvis, Megan Fox. There must be more, can't remember now.
4. A hobby you “don’t get”.
Playing too much videogame. Ok, rocks on me. 
5. A habit you find disgusting.
Spitting on the floor/street...
6. Something in school you really liked doing that everyone else bitched over.
I don't know... homework?
7. Your favorite household chore.
Washing dishes.
8. Popular video games that make you go “meh”.
All kinds of RPG...
9. PC or MAC?
PC
10. A sport you don’t like, for whatever reason.
MMA
11. A sport you really like, for whatever reason.
Ballet - but I don't dance. I just think is really pretty. 
12. Television programs you love but have gotten shit for liking.
2 Broke Girls
13. Musical artists you love but have gotten shit for liking.
Abba? Hahaha
14. A hobby you have/find interesting that other people bother you over/make fun of.
Blogging?
15. A habit you have that other people bug you over.
To wag my hair.
16. Something in school you hating doing and it felt like everyone else loved.
Physical Education classes
17. The household chore that makes you want to shoot your own face off.
Cleaning the bathroom
18. A selection of video games that you enjoy that perhaps you really shouldn’t.
Tetris... and everything you just had to press 4 buttons. 
19. A celebrity crush that maybe even you don’t understand.
Mark Ruffalo
20. Free rant on whatever grinds your gears at the moment.
I don't know what the fuck people are doing in Brazil. Haha, I bet this is the most unpopular reply.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Mirror

So, I thought this text has something to do with the theme of the blog - whatever it may look like to be. I hope you enjoy the reading. I follow them on the facebook... there are a lot of good posts to reflect about. 

by Sarah May Bates

What people see in you is a mirror of their experiences, their issues, their tastes and understanding. So the question is – what do you see in others? Do you see hate, anger, or kindness and love? I firmly believe that we tell others how we want to be treated with every tiny subtle action we take. Whatever you put out there will come back to you, and however you treat others they will be more inclined to treat you back. Do you have anyone you know that is just plain old pure goodness and every time they are around people everyone immediately feels at ease? I think people can see and feel the love that is overlaid on them and in someway they feel unafraid and understood. It’s very hard to be mean to someone that smiles at you with love.

Perception is a funny thing. It’s different depending on your mood at a time of day, what you read on the news in the morning, something someone said that you have heard rumors about. So many things can shift what you think is reality in the blink of an eye. And in this frozen state of pain and confusion, what can you do to stay positive? Remember who you are, get back to your center, and remind yourself that certain things are out of your control. AND always think the best of people. That one is the hard one. The cool part is that this will never get you into trouble, even when you are wrong. Thinking the best of people only helps you to do the right thing for yourself, which is be a good and loving person that embodies everything positive. I don’t mean you should give a bad person your life savings and hope for the best, but thinking that people have the best intentions at all times will get you much farther with much less drag along the way.

You yourself are read in so many different ways by people and you cannot control what they see. All you can do is know your intentions are good, you are good and loving, and they are probably trying their hardest to overcome a hurdle in their life. Be open, aware, and positive, and hope for the best. At the end of the day you can’t control anyone and what they think of you or how they treat you and as soon as you start examining them and not yourself, you’ve lost your self-awareness. What you can control is how you decide to act, and how you deal with that information. No one has the power to make you feel anything that you don’t decide to feel.

Decide on letting the bad go, remembering you are loving and good, and I believe you will see that reflected back at you from everyone you touch.

Happy Sunday and love to you all, xox Sarah



sábado, 15 de junho de 2013

Sessão da tarde

Então outro dia estava passando na tv aberta um filme sessão da tarde, e nele estrelava uma atriz mirim que ficou muito famosa nos anos 90. Lembrei-me de nunca mais ter visto nenhum filme com ela e resolvi "googlar". Fiquei satisfeita com o resultado. Mara Wilson, que atuou nos filmes Uma babá quase perfeita (amaaaava), Matilda e Milagre na Rua 34, simplesmente decidiu se afastar das telas ainda na adolescência. Encontrei um post interessante escrito por ela mesmo a respeito do assunto. 
Ufa, acho que uma ao menos está a salvo!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Jogo do amor

Eu sei que foi assim hehehe... mas eu não ligo. Te amo demais, meu tudo!

E sei também que tá bem porco o desenho... mas, também não ligo :P fiz Direito, não Artes. 

domingo, 9 de junho de 2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Appetite

My appetite is bigger than my laziness


A fome me tirando da cama antes do que eu pretendia, desde que me conheço por gente! 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Aprendizado

Estudar tem lá seus méritos. Mas eu estou mais vivendo uma fase um tanto quanto frustrante. Hoje tive uma aula excelente - infelizmente, não apreciada por meus colegas de classe, já que estava sozinha na sala. Não é a essa frustração que me referi, porém. A frustração veio de um longo processo de altos e baixos chamado nada mais, nada menos que VIVER. Sim, isso que todo mundo faz de passagem aqui pela Terra. 
Não seria exagerado, mas talvez um pouco lugar comum, dizer que cada um vive à sua maneira. A minha é, por assim dizer, desprovida interpoladamente de grandes emoções. Tudo bem, eu amo a vida e me considero uma pessoa feliz. Não sou daquelas que contagia o ambiente de alegria, mas carrego comigo o espírito do "it's a long way to the top, if you wanna rock'n'roll". Não literalmente, claro. E obviamente, não de modo visível. Mas que importa o que os outros pensam, certo? Eu tenho minhas metas, e sei como devo fazer para alcançá-las.Também tenho lá minhas histórias vividas a serem contadas. Falta talvez um pouco de entusiasmo ou oportunidade. O que for esquecido primeiro. 
A verdade é que, muito embora eu faça uma viagem ou outra bacana ao longo do ano, tenha um namorado de não botar defeito algum, uma família que me ama e um gosto musical cujo repertório me permita ir de marcha fúnebre a beauty queen of the night, estudar é uma atividade frustrante. E é isso que tem resumido boa parte dos meus dias: estudo. 
Tudo bem, sou ciente de que há estudos maravilhosos. Eu mesma estava a elogiar a aula (Teoria Geral dos Princípios-Hermenêutica e Direito Constitucional Aplicado! Chique!). Sim, e é exatamente esse o problema. A aula foi maravilhosa. Mas o que dela eu vou levar para a vida? Com certeza muita coisa boa, que poderá muito bem ser esquecida daqui uma semana, porque estarei muito ocupada estudando assuntos que não me levariam a lugar nenhum, se não fossem o caminho para a almejada carreira pública. Mas a aula maravilhosa, bom, ela não vai ser objeto de nenhuma questão nos meus concursos. E o oblivion tomará conta. 
Então, para não deixar isso morrer, pelo menos não totalmente (pois não garanto a sucumbência em minha memória independente de registros) que fique aqui dito: hoje, 22 de abril de 2013, eu aprendi sobretudo que aprender é a arte do desaprender. A aula que tive hoje me obrigou a colocar de lado conceitos que eu tinha já tão bem acomodados em minha cabeça, para ceder lugar a uma nova perspectiva. Uma perspectiva crítica. Colocar de lado não é o mesmo que deletar. Na verdade, o mais interessante da aula foi ele partir da visão equivocada que temos de conceitos amplamente utilizados para construir sua crítica. É tão legal você ir acompanhando a aula, concordando com tudo o que o professor diz porque sempre estudou aquilo daquela forma, até que você fique plenamente satisfeito por ter feito direitinho a lição de casa, para então ele dizer "pois é, MAS isso não é verdade". E aí a casa cai. Ok, isso não é legal. Legal é ele questionar e fazer você se autoquestionar tudo o que achava que sabia. Legal é ele ir fornecendo elementos para sanar as dúvidas infindáveis que foram surgindo, até que se possa novamente construir um novo conceito e se tenha uma nova visão. Agora, mais crítica, mais ampla, e infelizmente, mais ignorável nas circunscrições em que devo utilizar dos meus conhecimentos.
Que o aprendizado de hoje, portanto, sirva para a montanha-russa da vida. Porque eu sei que ela não é a letra B no gabarito da minha futura prova. Mas, ah, que eu sinto que amadureci, isso sim. E isso deve bastar, em algum lugar menos efêmero. 

terça-feira, 26 de março de 2013

Problema do Trem e o conceito de juízo de valor

No Direito não existe nada absoluto. Paradoxal, eu sei, mas talvez esta seja uma das poucas certezas do Direito. 
Embora para a maior parte das pessoas ao pensar em Direito seja inevitável relacioná-lo às leis, a verdade é que estas, por si só, não bastam para solucionar as várias situações entre os homens. Pausa. E eis aqui outra certeza. Paro, para não deixar o leitor mal acostumado e não ficar com a fama de mentirosa. 
Se o Direito fosse "simples" assim, ou em outras palavras, se vivêssemos num positivismo sem escrúpulos, o que estivesse escrito na letra fria da lei, teria de ser aplicado, sem qualquer valoração de justo ou injusto, apenas: é legal, pois está na lei (e o terror tomaria conta - soa meio familiar...). Que bom que não é assim. 
Mas, então, qual é o papel do Direito? Bem, são inúmeros, é claro. E por óbvio, é dentro dele que se estudam as leis. Mas o estudo das leis não é um fim em si mesmo, certo? É com base no ordenamento jurídico que resolvemos as situações nos casos concretos. 
Vamos pegar nossa Lei Maior, a Constituição Federal. Em seu art. 5o, caput, encontramos a seguinte redação: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança, e à propriedade[...]". Os grifos são meu. 
Inviolabilidade do direito à vida....e isso não é absoluto? Não. Responda-me, a vida de quem vale mais, a sua ou a minha? Complicado, não (ou você me matou nesse exato momento? Espero que não)?
Os questionamentos, portanto, começam a surgir quando se contrasta a letra da lei e a realidade. Só o caso concreto (e nas grandes questões, o STF) é que dirá qual a melhor solução. O que vale mais? O meu propósito não é responder a esta e outras dúvidas, mas sim as fazer crescer dentro de você, porque em minha humilde opinião, só vivendo e aprendendo a digerir questionamentos é que vamos aprimorando nossos juízos de valor. 
Para a reflexão, deixo aqui o Problema do Trem, de Philippa Foot (com adaptações feita pelo Prof. Felipe Chiarello). Imagine a seguinte situação em que um trem, próximo a uma bifurcação, perde o controle. Num dos lados da bifurcação está um grupo de cinco pessoas, e no outro, apenas uma pessoa. O que você faria se estivesse dentro do trem? Puxaria a alavanca para que, inevitavelmente, sacrificasse a vida de uma ou de cinco pessoas? Parece fácil responder. Penderia para a do lado de uma única pessoa, pois, a princípio, seria um sacrifício menor. São cinco vidas contra uma. Mas, veja agora essa mesma situação, sobre outra perspectiva: você está do lado de fora do trem, e vê tudo o que está acontecendo. Antes da bifurcação há uma pessoa bastante robusta, que, se fosse empurrada por você para a frente do trem, conseguisse fazer com que o trem não tivesse de passar por nenhuma das trilhas da bifurcação. Você empurraria a pessoa? Não creio que o faria. Mas, colocando-se na balança, de modo meramente quantitativo, não seria a mesma situação? Uma pessoa em prol, agora, de seis outras vidas humanas? 
Difícil!
Espero que a reflexão seja válida, se não para o jurista que existe em você, para que agregue algo em sua vida. Infelizmente, espera-se que a experiência dos anos ensine às pessoas o que não se pode aprender apenas lendo as disposições legais, mas nem sempre isso acontece. A estupidez parece se entender bem com a arrogância dos que muito conhecem, mas pouco sabem.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Kurt Jesus Cobain

Aproveito-me da data de hoje, em que o vocalista completaria 46 anos - se vivo estivesse - para recomendar o livro "About a boy", do meu amado escritor best-seller Nick Hornby. Não li ainda todos os livros dele (embora eu esteja correndo atrás loucamente desse feito, ainda que com muita coisa a estudar para provas e mais provas...), mas até então este é o meu favorito, sem dúvidas. Gosto muito do "A long way down", é verdade, mas "About a Boy" conseguiu desbancá-lo. E dá para dizer por quê?
Bom, até dá, mesmo sem spoilers. 
Em primeiro lugar, se você é fã de Kurt Cobain, já deveria ter lido o livro. Eu não sou fã de Kurt Cobain e li o livro. Também não tenho nenhuma aversão a ele, só me é bastante indiferente, porque Nirvana nunca foi uma das minhas bandas preferidas, embora eu goste das músicas e tenha escutado a algumas delas com uma frequência quase regrada nos últimos 6 meses. 
Em segundo lugar, é um livro que aborda temas comuns, sem ser enfadonho, ainda que tenha um quê de clichê nisso tudo. Do que afinal eu estou falando? O protagonista é um menino (oh, sério?), que tem muito a ensinar a um adulto. Viu? Não é um tanto quanto batida essa abordagem? É aí que vem nosso queridinho vocalista, não como personagem no livro, mas como uma aparição, uma grande metáfora no qual se estrutura boa parte da história: e eu diria, a história da vida em si, em muitos aspectos. Só para citar alguns: a vida em si, o nascimento, casamento, criação de filhos, educação, amadurecimento, etc. 
Em terceiro lugar, o livro deu origem a um filme, homônimo (nunca vi, mas é estrelado por Hugh Grant e Toni Collette), e está em fase de adaptações para um seriado. Se não fosse bom, não renderia esses "acessórios" midiáticos, concorda? 
Mais um detalhe, para entender o título da postagem, leia o livro! 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Inveja define

Porque eu estou com o joelho lesionado e  não posso ler por  puro prazer  no momento. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

The Show...

O filme não é nenhuma novidade (caso você não tenha visto: SPOILER ALERT ON), muita gente já deve ter assistido, mas eu só tive a oportunidade de vê-lo semana passada. Adorei a versão da música The Show (You're such a loser dad) para o filme Moneyball. 
Pergunta que deixo no ar: e você, tem conseguido apreciar o grande show da vida? 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012