Okay. Now I've got to share this in here.
Always owner of the greatest suggestions, my babe showed me today a short documentary about creativity, which I watched to, though, through the perspective of what I'd call "the climbing to success". It explains why the "author" thinks Da Vinci was no genious - at least till he got into his highest spot of his long career.
I loved it.
To see the videos, access here. It's called The long game.
I'd like to initiate this year with a post about health. I must admit that I was shocked with all the numbers in the reports.
Brazil costs $12 billions due to inactivity??? I haven't checked the formal data, but of course it makes sense to spend more (say, with health issues) if there's a problem related to less caring about physical activity.
I'm happy for not being inside what is considered as "normal" nowadays. I could number the friends of mine that I could actually call physical active. Yes, most of them don't even go for a walk once a week. And no, of course spending the whole day shopping doesn't count as an activity, mostly when it turns out that you'll sit for a "coffee break" by so.
The thing that specially makes me happy is that, even it's true what is said in the website, "No one can fix this alone", it is also true that you can choose a beloved one that hasn't got the habit, and turn him into an active member of what we should consider as normal: just physically active!
So, if you still don't get what I am talking about, take a little of your time and surf the Designed to Move to have a better clue.
But, if you're too lazy for that, at least follow my advice: go for a walk (you can start with once a week, then increase it until it becomes something diary), run, play more soccer (and not only at weekends), swim, go skating, hiking, whatever, but MOVE. And try to recruit others with you. Make the world stronger.
I haven't told you that day. But the most important thing is how you still want to protect me, embrace me and kiss me after all my ups and downs, after so many tears cross my face, and after I seem to runaway from feelings.
Del barrio me voy Del barrio me fuí Triste melodía que oigo al partir Voy dejando atrás Todo el arrabal de mi recuerdo Rota la ilusión de mi esperanza Toda la razón de mi existir Este corazón se quedó solo también Buscando su consuelo en el ayer
I started reading today 31 songs, from Nick Hornby. It's a book about what music means to his life, and since I'm a great fan of him, I got really interested in. I have to confess I don't know most of the songs of the list, because I wasn't a great listener of pop music (specially in English - I'm brazilian) til the age of 14, maybe. But even though I don't know them, the way he writes keeps me just reading on. The first song he brings on is called Your love is the place where I come from.
Well, I don't want to tell the story about the song, just want to share something I read in this first chapter, if I may call it that way, that I had to admit it's plainly true.
"[...] if you love a song, love it enough for it to accompany you throughout the different stages of your life, then any specific memory is rubbed away by use".
I used to not like some songs because of the memories they brought me, or, in reverse, I used to love some songs which remember me good moments, but sometimes thought wrong to like them, because the reason I felt happy didn't exist any longer. And I was just being stupid. That's why I'd kept listening to them along the years - after I could see how silly I was being. I want the songs that inspired me a good moment continue to be present in my life, as I could choose the soundtrack of it and feel alive. I want the people I love now and may love in the future to know my soul has something registered on it. And if they like it too, that they shall dance with me.
Eu confesso que não gostava da Shakira, até começar as aulas de espanhol, em 2007. Aliás, nem da língua espanhola eu gostava, até jogar o preconceito de lado e ligar o botão do "why not give it a try?". Foi paixão quase instantânea pelo idioma. A paixão pela Shakira (e suas músicas em espanhol - sim, ainda tenho preconceito ao ouvi-la em inglês, mas quem sabe um dia eu vença este também) veio com o tempo, pela preferência dos professores em passar músicas dela para treinar audição, e faziam a gente cantar depois junto.
Uma música que há dias não sai da minha cabeça é a Sale el sol. Creio que pela minha atual fase da vida, em que estou constantemente procurando incentivos para não desistir dos meus objetivos. Se você está numa fase ruim, essa música também pode servir para você.
O filme não é nenhuma novidade (caso você não tenha visto: SPOILER ALERT ON), muita gente já deve ter assistido, mas eu só tive a oportunidade de vê-lo semana passada. Adorei a versão da música The Show (You're such a loser dad) para o filme Moneyball.
Pergunta que deixo no ar: e você, tem conseguido apreciar o grande show da vida?
Não tenho porque esconder ou mentir. Sou introvertida e gasto relativamente bastante tempo pensando sobre isso. E, sem falsas modéstias, gosto de mim como sou. Não que eu seja uma cabeça dura, de mente fechada que sempre permanecerá igual e com a mesma forma de pensar por toda a vida, mas como alguém que sabe se autoapreciar e ser feliz acima de tudo.
Não é a primeira vez que esse assunto é abordado neste blog. Ele já foi trazido à tona por meio de um pequeno conto e em algumas outras postagens, embora de modo velado.
No vídeo, a introvertida advogada, mas uma graça em pessoa, fala sobre a vez dos introvertidos na sociedade. Explica que um introvertido não é necessariamente tímido. Introvertido é aquela pessoa que responde de uma forma diferente aos estímulos, inclusive os sociais. Ela fala ainda sobre o porquê a sociedade deveria incentivar os introvertidos, já que eles são em geral habilidosos e talentosos de uma forma ainda pouco notada. (não nessas palavras, foi o que entendi do discurso).
De modo a complementar o vídeo, ainda sem legendas, resolvi trazer os 10 mitos sobre introvertidos que encontrei linkado nos comentários do vídeo de Cain. 10 Myths About Introverts pode ser encontrado no original aqui.
No post, porém, trago o artigo de Carl de forma mais simplificada e com o que penso. Quais são os mitos, então? 1) Introvertidos não gostam de conversar. Conversa fiada. Introvertidos, como qualquer pessoa, adoram conversar, apenas com a peculiaridade de que só conversam se acharem que têm o que falar. Mas se encontrar o assunto certo, podem não parar de falar por dias.
2) Intovertidos são tímidos. Timidez não tem nada a ver com ser introvertido. Introvertidos só precisam de um motivo a mais para interagir, não interagir por pura e simples interação. É como diz Carl, se você quer conversar com um introvertdo, oras, apenas converse, não se preocupe em ser educado.
3) Introvertidos são rudes. Introvertidos não são rudes só porque não sentem a mesma necessidade em interagir a todo momento. Eles apenas esperam que as pessoas sejam sinceras e honestas. Como nem sempre isso é compreendido pela sociedade de um modo geral, a pressão social para que interajam costuma ser grande, e isso os deixa exaustos.
4) Introvertidos não gostam de pessoas. Errado de novo. Geralmente introvertidos têm poucos amigos, contáveis nos dedos de uma única mão. Mas eles sinceramente valorizam estes amigos. Carl diz que "se você for sortudo o suficiente para que um introvertido o considere amigo, você provavelmente tem um leal aliado para a vida toda".
5) Introvertidos não gostam de sair em público. O que ocorre na verdade é que os introvertidos apreendem informações sobre suas experiências de forma mais rápida e não sentem a necessidade de ficar se expondo a todo momento para entender como a "coisa funciona". Gostam de sair, mas poucas experiências bastam para que queiram logo voltar para casa e processar todo esse "aprendizado".
No começo do artigo, Carl inclusive fala da obra de Marti Laney sobre as vantagens do introvertido, onde é abordado o fato de que os introvertidos são super sensitivos em relação a estímulos externos, e excesso de estímulo dessa ordem os cansa. Isso ocorreria porque seus neurotransmissores seguem caminhos diferentes no sistema nervoso (grande parte da área em questão justamente ligada à atividade contemplativa), e são mais sensíveis à Dopamina. Como extrovertidos não reagem da mesma forma aos estímulos e tem menor sensibilidade à dopamina, sentem maior necessidade de adrenalina e tendem a procurar modos de produzi-la.
6) Introvertidos querem sempre ficar sozinhos. Eles se sentem à vontade com seus próprios pensamentos, é verdade. São introspectivos e sonham acordado. Gostam de trabalhar solucionando problemas, mas se sentem extremamente sós se não encontram ninguém com quem dividir suas descobertas e pensamentos (e por que achas que tenho um blog? rs). O que é comum, no entanto, é que eles tenham uma conexão sólida e sincera com apenas uma pessoa por vez.
7)Introvertidos são estranhos. Introvertidos podem ser individualistas. Não num mal sentido. Eles apenas não seguem o fluxo de tomar decisões baseadas no que é popular e está na moda, pois costumam valorizar seu jeito de viver. E acredite, não há nada de errado nisso. Creio até que aumente a taxa de felicidade consigo mesmo.
8) Introvertidos são nerds esnobes. É como já disse, introvertidos têm um amor maior às suas próprias ideias e pensamentos, são introspectivos e prestam muita atenção às suas próprias emoções. Não é que não prestem atenção no que lhes passa ao redor, mas lhes é muito mais estimulante e gratificante ouvir e enxergar o que acontece no seu mundo interior. Não tem nada a ver com ser esnobe e desconsiderar pensamentos alheios. Tem a ver com o fato de a introspecção lhes atingir de uma forma mais acentudada.
9) Introvertidos não sabem como relaxar e se divertir. Introvertidos relaxam sim, mas em ambientes diferentes: em casa ou em contato com a natureza, não em lugares públicos lotados. Em geral, não procuram excitação e adrenalina como viciados. E, no meu ponto de vista, quando o fazem, é por algum motivo específico, não pela pura e simples necessidade de se sentirem bem e rotularem isso como "diversão".
10) Introvertidos podem se "consertar" e se tornarem extrovertidos. Eu me pergunto primeiro: e por que eles iriam querem isso? Mas, a questão já nem precisaria ocorrer, em primeiro lugar porque ser introvertido não é algo que se precise consertar. Nas palavras de Amy Lee: "don't try to fix, I'm not broken" - "não tente me consertar, não estou quebrada".
Carl, por sua vez, diz que um mundo sem introvertidos seria um mundo sem cientistas, músicos, artistas, poetas, cineastas, doutores, matemáticos, escritores e filósofos. E ainda inverte os parâmetros. Para ele, há muitas técnicas que os extrovertidos podem aprender para interagir com os introvertidos. Introvertidos merecem respeito. Há um estudo, inclusive que demonstra que a percentagem introversão aumenta juntamente com a do QI. Extrovertidos precisam aprender a respeitar os introspectivos, e estes também ainda precisam aprender a respeitarem a si mesmos.
Postaram um vídeo de Steve Vai, tocando Little Wing, no status do Facebook. Steve Vai é desses artistas que é impossível não curtir, nem que seja por uma fração de segundos (mas, no meu caso, cada segundo é muito bem apreciado).
Ele toca com tanta leveza, mas precisão, que creio nem seus cabelos ao vento conseguem metaforizar com perfeição essa suavidade.
E eu, assistindo a tudo isso, quis compartilhar o video. Não com todos, mas de forma mais específica.
Sei que cheguei a pensar: "vou compartilhá-lo para que saiba que me lembrei dele".
Mas imediatamente minha mente me corrigiu perguntando-me: "e como é que se lembra de alguém que na verdade nunca se esquece?"
Boa pergunta.
Uma questão de amor, creio eu.