terça-feira, 12 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
Y ver allá
No por ignorar la belleza de lo sencillo
O por carestía de deslumbramiento
Que no me ha ocurrido las ideas a veces
Pasibles de una expresión poética libre.
Quizá sean los años que se fueron -
Rápidos demás para alguien como yo -
Que por ellos me perdí, me recogí,
Me reencontré y me acepté,
Ni siempre así, tan facil como el avance
De verbos de segunda y tercera conjugación.
(Y ahora me pregunto si algún día
Estuve yo como una primera siquiera)
Pero despacio, como se pasa en los cambios
De todo lo negro de los cabellos
Hasta la blancura de la sabiduría.
Verdad es que cambié, yo lo sé.
Dificil es precisar cuanto se fue en todo eso.
Cúanto de mí se ha perdido por el camino,
¿Para que yo fuera hoy depararme aquí conmigo?
Cúando fue que yo me he encontrado totalmente,
¿Sino que sólo despues de acomodar
Una persona completa en mi corazón?
Yo ni siquiera sabía que para conocerme de todo
Tendría que antes permitir otra vida,
Que no mía, ocupar casi todo en mí:
Los piensamientos, los sueños, las sonrisas
Y hasta el llanto por lo ajeno -
Aun que parte de quien soy.
Pero si me pregunta si así estoy feliz,
¿Qué voy a decirle más que sí?
Mi amor fue como un rescate,
Para verse lo bello además de la simplicidad.
sábado, 2 de março de 2013
Livro: How to be good
Best lines do livro How to be Good - Nick Hornby:
"She's right, of course. It's not fair. Love, it turns out, is as undemocratic as money, so it accumulates around people who have plenty of it already: the sane, the healthy, the lovable".
Ela está certa, claro. Não é justo. Acontece que o amor, assim como o dinheiro, não é democrático, então ele se acumula entre as pessoas que já o têm bastante: os sanos, os saudáveis, os amáveis.
Minha outra frase preferida não colocarei aqui, porque, para mim, é a frase de efeito que dá o nome ao livro, e não o fato de que David e DJ GoodNews estão escrevendo um livro chamado "How to be good".
Minha outra frase preferida não colocarei aqui, porque, para mim, é a frase de efeito que dá o nome ao livro, e não o fato de que David e DJ GoodNews estão escrevendo um livro chamado "How to be good".
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
A Liberdade é doce - Luís Roberto Barroso
Eis um exemplo de que não existem princípios constitucionais absolutos. Mais um detalhe: quando li esse artigo, lembrei do parecer do Prof. Humberto Ávila sobre a constitucionalidade da Lei 9.294/96 (Lei que dispõe sobre as retrições ao uso e propaganda de produtos fumígeros, dentre outros).
Crianças devem ser protegidas e educadas. Como consequência, não devem estar sujeitas a propaganda enganosa ou abusiva. Tampouco devem ser alvo de anúncios de produtos impróprios para o consumo infantil, como cigarros e álcool. Jovens, ademais, devem ser advertidos dos riscos do excesso de açúcar, de gordura ou de sal, bem como ser incentivados a combinar alimentos saborosos com outros que sejam também saudáveis. Mas proibir anúncio de chocolate, doce de leite ou guaraná é uma forma autoritária e equivocada de proteger e de educar.
A publicidade é um componente importante da liberdade de expressão, de informação e da livre iniciativa. Como qualquer direito, não tem caráter absoluto e está sujeita a limites. Além de reservar a competência ao Congresso Nacional, a Constituição institui também um parâmetro relacionado ao conteúdo das leis que venham a tratar da matéria. Segundo o dispositivo constitucional pertinente, o papel do Poder Público não é o de escolher o que pode ou não ser veiculado, e sim o de estabelecer meios legais que permitam à pessoa e à família se defenderem da publicidade de produtos potencialmente nocivos. Com esses meios, os eventuais abusos podem ser controlados, inclusive pelo Conar, órgão de autorregulação da propaganda.
É bom que seja assim. Em uma sociedade democrática, o papel central do Estado não é o de trocar a liberdade por manuais de instruções para a existência, e sim o de criar condições para a escolha consciente (grifo meu). Mas o projeto de lei vetado pelo governador não incentivava a informação, o esclarecimento ou a moderação. Ele faz parte da cultura da proibição e, sobretudo, da cultura da censura prévia, da qual nunca nos libertamos inteiramente no Brasil. Adultos que não cresceram em liberdade procuram, inconscientemente, reproduzir o mundo em que viveram.
A vida boa é feita de virtudes, prazeres legítimos e riscos calculados. Crianças, portanto, devem ser ensinadas a ter caráter, a não sofrer com culpas desnecessárias e a ser prudentes, mas não medrosas. Ensinar a viver é, em primeiro lugar, obrigação da família. O Estado, por certo, é um coadjuvante importante, mas deve evitar o paternalismo exacerbado e moralismos diversos. Querer impor uma infância sem doce é uma condenação imprópria do desejo natural, e não uma forma de educar para a vida em equilíbrio e harmonia.
Nossos filhos não devem ser enganados e devem ser esclarecidos sobre os riscos da vida. Inclusive os riscos do autoritarismo e do pensamento único, que fazem mais mal do que o açúcar. Por outro lado, devem poder desfrutar dos contentamentos típicos da infância. Ao pretender viver a vida das famílias para poupá-las dos riscos, o Estado não apenas deixa de educar para o exercício responsável da liberdade, como priva as crianças da fantasia e da alegria, matérias-primas essenciais para uma vida feliz.
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LUÍS ROBERTO BARROSO é professor titular de Direito Constitucional da UERJ.
Artigo publicado no site www.luisrobertobarroso.com.br, post de 5/2/2013. O texto é baseado em estudo que o autor fez para Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Kurt Jesus Cobain
Aproveito-me da data de hoje, em que o vocalista completaria 46 anos - se vivo estivesse - para recomendar o livro "About a boy", do meu amado escritor best-seller Nick Hornby. Não li ainda todos os livros dele (embora eu esteja correndo atrás loucamente desse feito, ainda que com muita coisa a estudar para provas e mais provas...), mas até então este é o meu favorito, sem dúvidas. Gosto muito do "A long way down", é verdade, mas "About a Boy" conseguiu desbancá-lo. E dá para dizer por quê?
Bom, até dá, mesmo sem spoilers.
Em primeiro lugar, se você é fã de Kurt Cobain, já deveria ter lido o livro. Eu não sou fã de Kurt Cobain e li o livro. Também não tenho nenhuma aversão a ele, só me é bastante indiferente, porque Nirvana nunca foi uma das minhas bandas preferidas, embora eu goste das músicas e tenha escutado a algumas delas com uma frequência quase regrada nos últimos 6 meses.
Em segundo lugar, é um livro que aborda temas comuns, sem ser enfadonho, ainda que tenha um quê de clichê nisso tudo. Do que afinal eu estou falando? O protagonista é um menino (oh, sério?), que tem muito a ensinar a um adulto. Viu? Não é um tanto quanto batida essa abordagem? É aí que vem nosso queridinho vocalista, não como personagem no livro, mas como uma aparição, uma grande metáfora no qual se estrutura boa parte da história: e eu diria, a história da vida em si, em muitos aspectos. Só para citar alguns: a vida em si, o nascimento, casamento, criação de filhos, educação, amadurecimento, etc.
Em terceiro lugar, o livro deu origem a um filme, homônimo (nunca vi, mas é estrelado por Hugh Grant e Toni Collette), e está em fase de adaptações para um seriado. Se não fosse bom, não renderia esses "acessórios" midiáticos, concorda?
Mais um detalhe, para entender o título da postagem, leia o livro!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
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