sexta-feira, 15 de abril de 2011
O anúncio
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Frases que refletem meu dia...
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Running
Eu gostei do curta pela escolha muito apropriada do título, o qual dá um sentido ainda mais forte para várias cenas do curta (que dão ênfase a nossos escapismos modernos), gostei, como já deixei claro, da atuação de Carlie e gostei principalmente do final arrebatador. Porque é exatamente assim que as surpresas nos pegam em nossas vidas. Gostaria de escrever muito mais, mas também não quero ser spoiler.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Depoimento pessoal
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Agora nas férias...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Por que dizer oi é tão difícil
Pois bem. Criança é um ser estranho. No bom sentido, é claro. Para meninos é bem simples. Rola a bola no gramado e todos os outros são convidados. Tornam-se amigos, passam a estudar juntos e ter uma convivência camarada. Não necessariamente nessa ordem. E pode-se trocar o futebol por qualquer outro elemento que dê conta de ligá-los.
Para as meninas. É a roupa que usam. O estojo da Barbie. É o menino que, porventura, se derretam igualmente. Crescem. Trocam ideias sobre aquilo que gostam. Tudo que uma gosta, é gostado pela outra também. Afinal, na infância feminina, tudo que é meu, é seu também. Claro, estou generalizando. No caso, dando a minha própria versão. Depois, crescem e, sabe se lá como ocorre, mas é supernatural, é preciso ter personalidade. Então, adeus "meu-seu, seu-meu: nosso!". Meu é meu, seu é seu. E isso se traduz facilmente em meu-meu, seu-se, porque eu sou mais eu.
Não, não estou dizendo que fiquem egoístas. Só acredito que no mundo feminino as disputas sempre existem depois de um determinado período. Mesmo que inconscientemente. E cada uma passa a seguir sua vida. Às vezes, esse "seguir" permite que a amizade nunca seja sacrificada. Outras vezes, nem tanto.
Vai-se apenas vivendo, para conquistar espaços: o respeito dos colegas, a admiração dos pais, o olhar do garoto já quase homem, uma vaga na cadeira da faculdade, um bom trabalho, etc.
Só que, às vezes, vivendo tanto na árdua tarefa de se conquistar o próprio espaço, a amizade se esvai. E, ainda que os meios de comunicação hoje permitam um contato quase ininterrupto, fica difícil de dizer "oi, tudo bem?". E por quê?
Porque já não se sabe mais o que a outra gosta. Porque se permitiu demais o "meu-meu, seu-seu" e agora não partilham mais o nosso. E, convenhamos, QUALQUER tipo de relacionamento exige um "nosso!". Nosso filme, nosso segredo, nossa música, nossa piada interna.
E posterga-se o "oi, tudo bem?" para quem sabe, quando se fizer uma nova Revolução Russa. Que nunca acontece.
Distância, distância, distância. Quando na verdade se está tão perto. E aqueles que estão longes, permanecem próximos. Life is odd, eu diria.
Quebro a barreira do medo. Não é preciso começar com "oi, tudo bem?" então, se na verdade tem medo do impacto. Agora, é cuidar para não voltar a esperar-se por uma nova Revolução Russa.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
What you do with what you got
Aqui ela é interpretada por Eddi Reader. Curtam!
You must know someone like him
He was tall and strong and lean
With a body like a greyhound
And a mind so sharp and keen
But his heart, just like a laurel,
Grew twisted round itself
Till almost every thing he did
Caused pain to someone else
It's not just what you're born with
It's what you choose to bear
It's not how big your share is
But how much you can share
And it's not the fights you dreamed of
But those you really fought
It's not what you've been given
It's what you do with what you've got
Now what's the good of two strong legs
If you only run away?
And what use is the finest voice
If you've nothing good to say?
And what good is strength and muscle
If you only push and shove?
And what's the use of two good ears
If you can't hear those you love?
Between those who use their neighbours
And those who use a cane
Between those in constant power
And those in constant pain
Between those who run to evil
And those who cannot run
Tell me which ones are the cripples
And which ones touch the sun?