Toda vez que estamos consumindo algo, alguém se beneficia. De certo modo, isso é bom, afinal, todo mundo precisa do pão de cada dia. Faça o quiz e descubra quantas pessoas você ajuda por dia.
Meu resultado foi 22 pessoas/dia.
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| Créditos BBC News |
"Se você pudesse fazer um trato com Deus. Ele dissesse, ok, gostamos muito de você, mas gostaríamos que ficasse na Terra. O que podemos fazer para persuadi-la?"
Ao que ela responde:
"Deus? Se ele em Sua infinita sabedoria em Pessoa dissesse para eu ficar, não precisaria haver nenhum motivo. Eu simplesmente ficaria".
Ele, percebendo que não progrediria muito na conversa se mantivesse Deus metido na história, reformula sua pergunta:
"Ok, não Deus. Digamos, um presidente cósmico, ou primeiro ministro. Tony Blair, alguém que pudesse ajeitar as coisas. Você não pode fazer o que Tony Blair lhe disser, sem pedir nada em troca. E então, o que seria?"
"Ele pode curar Matty?"
"Não, ele só pode ajeitar as coisas".
"Eu gostaria de férias".
"Por Deus, você é uma barganha! Você escolheria viver pelo resto da sua vida por uma semana de férias na Flórida?"
"Faz 19 anos que não tiro férias".
Conversa vai, conversa vem, ele continua:
"Ok. Como seu empresário, eu vou pedir ao Cara que lhe dê férias por um ano. Talvez dois".
"Você não pode fazer isso!" - e então ela viu como estava levando todo aquele papo muito a sério e que um ano era demais.
"Confie em mim. Eu conheço o mercado. Cosmic Tony não vai achar que está pedindo muito. E quê mais?"
Desde aquele instante, senti ao meu redor e em meu corpo obscuro uma invisível, intangível pululação. Não a pululação dos exércitos divergentes, paralelos e afinal coalescentes, mas uma agitação mais inacessível, mais íntima, e que eles de algum modo prefiguravam.
Voltei a sentir aquela pululação de que falei. Pareceu-me que o úmido jardim que rodeava a casa estava saturado até o infinito de pessoas invisíveis. Essas pessoas eram Albert e eu, secretos, atarefados e multiformes noutras dimensões de tempo.